Por Francisco Galiza*

No mês de outubro, foi lançado na Bahia, no Congresso Brasileiro dos Corretores, o 4º ESECS-PJ (Estudo Socioeconômico das Empresas Corretoras de Seguros – Pessoa Jurídica).[1] Na primeira edição, em 2013, os resultados subsidiaram a Fenacor na definição das estratégias para a inclusão das empresas Corretoras de Seguros no Simples Nacional, um ganho tributário extremamente relevante para a categoria. O segundo estudo, lançado em 2015, buscou conhecer, entre outros aspectos, os efeitos que esta inclusão produziu nas sociedades Corretoras de Seguro, confirmando o sucesso daquela conquista histórica para o segmento. A terceira edição, de 2017, teve como objetivo apontar como as sociedades Corretoras de Seguros estavam conduzindo seus negócios e o relacionamento com os clientes nesta “era digital”. Agora, em 2019, o estudo objetiva conhecer comportamentos comerciais e estratégicos das Corretoras de Seguros e avaliar o grau de conhecimento de atuação da Fenacor em defesa da categoria representada. Esse trabalho é baseado em uma pesquisa com quase 1,5 mil corretoras de seguras, localizadas em todo o país.

A seguir, três tabelas, que representam as conclusões principais – em termos do perfil das corretoras, da relação institucional das corretoras com as entidades do setor e da sua estratégia comercial.

Tabela 1 – Perfil das Corretoras

Tabela 2 – Relação Institucional

Tabela 3 – Aspecto Comercial

*Francisco Galiza é sócio da empresa Rating de Seguros Consultoria (www.ratingdeseguros.com.br), mestre em Economia (FGV), membro da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência) e professor do MBA-Seguro e Resseguro (Funenseg).

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