Por Francisco Galiza*

O gráfico abaixo mostra a evolução do faturamento de seguro de vida (sem VGBL) no Brasil, em valores anuais, em R$ bilhões.Em função desses números, vemos que, em 2015, o faturamento de tal segmento era de R$ 32 bilhões. Em 2020, passou para R$ 48 bilhões. Uma variação de 50% em cinco anos. Como referência, nesse mesmo período, a inflação acumulada pelo IPCA foi de 25%. O IPCA é o índice oficial de inflação do país.

Ou seja, mesmo pelo período dificílimo que a economia brasileira passou nos últimos tempos, o segmento conseguiu superar a inflação. Primeiro, uma recessão de há cinco anos (queda do PIB em 2015 e 2016). Em seguida, os efeitos terríveis a pandemia, com uma queda forte do PIB em 2020 e uma possível recuperação em 2021.

A sociedade enfrenta novos desafios, não há nenhuma dúvida, ela mudou, se transformou em um “novo normal”, para muitos. Recentemente, por exemplo, saiu um texto[1] sobre as transformações específicas na área de marketing, aspecto fundamental no segmento de pessoas. Nesse caso, quatro pontos se destacam nessas mudanças: a necessidade de uma maior flexibilidade das empresas, uma maior criatividade, empatia com o cliente e o crescimento da consciência ecológica nos projetos.

Todos esses fatos devem ser considerados e somados pelos profissionais que atuam no segmento, para definir uma estratégia de negócios mais eficiente. É preciso estar atento a esse fato, pois mostra o potencial de desenvolvimento que eles se defrontam.

*Francisco Galiza é sócio da empresa Rating de Seguros Consultoria (www.ratingdeseguros.com.br), mestre em Economia (FGV), membro da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência) e professor do MBA-Seguro e Resseguro (Funenseg).

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